You used to be everything to me
And now you're tired of fighting
Tired of fighting
Fighting yourself
shame on you :P
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
revolta ou injustiça
Não sou assim habitualmente. Não sei se procurar um equilíbrio seja a razão do meu desequilibro. Deixa me a pensar algumas vezes se é a mim que tento curar, ou se quero ser apenas a cura dos outros. Sei o que não devo fazer, que é ceder, e sei o que me custa ser. Tenho uma sensibilidade mal treinada e muito ingénua. A paciência, noutras alturas o meu forte, já não é o que era. Sinto me mal e sei as maiores razões. Mas saber é fácil, já dizê-lo em voz alta é o mais difícil. Revolta ou injustiça, mas são só palavras. Ninguém quer menos, mas é importante saber o que temos.
sábado, 22 de agosto de 2009
Não podemos usar o tempo como desculpa do esquecimento. A culpar, que se culpe a arrogância e o medo. Ou por atitudes ou por palavras, é essencial saber quem merece ser retribuído. Eu conheço bem de perto a situação, quem não a conhece nunca pensou sobre o assunto. Fundamental é sentir-mo-nos bem. Não sei se a capa do hábito conta, mas a verdade é que se usa. Confuso, estranho, subjectivo.. seja lá o que for, quem pensa percebe.
sexta-feira, 10 de julho de 2009

Diz me
Diz me o que consegues
Mesmo que esperes a morte és mais sábio que eu
Diz me o que significa existir
Não sou um cientista acredito em mais do que isso
E não posso aceitar
Que tudo o que é real
Diz me o que consegues
Mesmo que esperes a morte és mais sábio que eu
Diz me o que significa existir
Não sou um cientista acredito em mais do que isso
E não posso aceitar
Que tudo o que é real
É apenas aquilo que os nossos olhos vêm
E o que as nossas mãos sentem
Nem mesmo a terra nos consegue segurar
Nem mesmo a vida nos controlar
Nem mesmo o chão nos prender
As memórias na minha cabeça
São tão reais como o tempo que passámos
Fica sempre perto de mim, meu amigo
Isto não é o fim
Eu vejo
Eu consigo ver o teu medo
Veste-lo como uma capa prateada mesmo o medo te fica bem
Queria ter algumas palavras para dar
Mas tudo o que penso dizer
É que estarei contigo todos os dias
Eu não me importo
Não me importo no que acreditas
Desde que estás no meu coração
És tão real quanto eu
Talvez mais até
Nem mesmo a terra nos consegue segurar
Nem mesmo a vida nos controlar
Nem mesmo o chão nos prender
As memórias na minha cabeça
São tão reais como o tempo que passámos
Fica sempre perto de mim, meu amigo
Isto não é o fim
Eu vejo
Eu consigo ver o teu medo
Veste-lo como uma capa prateada mesmo o medo te fica bem
Queria ter algumas palavras para dar
Mas tudo o que penso dizer
É que estarei contigo todos os dias
Eu não me importo
Não me importo no que acreditas
Desde que estás no meu coração
És tão real quanto eu
Talvez mais até
sábado, 20 de junho de 2009
não me dou com títulos.
há pessoas que nada sabem,
há outras que de nada lhes serve saber.
ou se perde coragem ou se perde o sentido,
nenhuma razão é motivo.
se não o transmitimos somos malucos
e solitários.
há outras que de nada lhes serve saber.
ou se perde coragem ou se perde o sentido,
nenhuma razão é motivo.
se não o transmitimos somos malucos
e solitários.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
sim, há dias.
temos cinco horas e uma insónia. eu conhecia uma receita com estes ingredientes, mas perdi-a algures entre os meus livros de estudo. não sei como se prepara, mas no fim temos uma grande dor de cabeça e tempo perdido. agora já sei porque a perdi. talvez não me fizesse falta, mas apesar de tudo sempre fiz uso dela. eu quero mesmo é dormir.
sábado, 18 de abril de 2009
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