Não sou assim habitualmente. Não sei se procurar um equilíbrio seja a razão do meu desequilibro. Deixa me a pensar algumas vezes se é a mim que tento curar, ou se quero ser apenas a cura dos outros. Sei o que não devo fazer, que é ceder, e sei o que me custa ser. Tenho uma sensibilidade mal treinada e muito ingénua. A paciência, noutras alturas o meu forte, já não é o que era. Sinto me mal e sei as maiores razões. Mas saber é fácil, já dizê-lo em voz alta é o mais difícil. Revolta ou injustiça, mas são só palavras. Ninguém quer menos, mas é importante saber o que temos.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Não podemos usar o tempo como desculpa do esquecimento. A culpar, que se culpe a arrogância e o medo. Ou por atitudes ou por palavras, é essencial saber quem merece ser retribuído. Eu conheço bem de perto a situação, quem não a conhece nunca pensou sobre o assunto. Fundamental é sentir-mo-nos bem. Não sei se a capa do hábito conta, mas a verdade é que se usa. Confuso, estranho, subjectivo.. seja lá o que for, quem pensa percebe.
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